4 de outubro de 2013

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Talvez o mais difícil de enfrentar um lugar novo, seja a falta de referência que se tem a teu respeito. Aprender as intenções, a linha de raciocínio, a forma de pensar, agir, o que é regra e a exceção. O que faz sob pressão e o que não faz. Conhecer alguém sem criar pré...conceitos.

Talvez tenha sido tempo suficiente, talvez seja pouco. Não sei.

Me falta entender porque o que se preza tanto, muitas vezes não te preza. Que a hegemonia pode ser só preguiça. Que cada um reserva sua energia para o que bem entender.

Eu deveria falar mais sobre aquilo que sou boa, e não sobre os defeitos. Alguém vai sempre usar isto contra você..e este 'você' pode não ser o inimigo, só alguém que te “preconceituou” porque assim fica mais fácil materializar um discurso.

Hoje tive um sonho estranho com uma criança. Ela me odiava sem me conhecer, então se virou de repente e me abraçou apertado. E falou como se tivesse 100 anos de sabedoria que alguém a quem amo muito me odiava.

POXA,  É UM SONHO!!! (Saudades do Tatata, que sempre interpretava meus sonhos)

Ai eu peço pra você, que me conhece, pelo menos um pouco...não me tira pra maluca antes do tempo, não confunde sensibilidade com infantilidade,  não desiste antes da hora, e se for pra desistir não volte atrás. O que pra alguns pode parecer brincadeira, pode estar doendo.

Respeito não significa a mesma coisa pra todos. É assim com todos conceitos da vida. De vez em quando seja aquela pessoa que entende, e não a que deve ser sempre interpretada.

Como são boas as diferenças, só elas obrigam a pensar.
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